Às vezes me pergunto: Se não der mais?
Se não der mais, eu me mudo, e me mudo para o mundo.
Eu sou capaz de me jogar desse muro.
Corro para a alma, fruto da sabedoria, paz, paz, paz...
Brilhe como o sol de todo dia, toda forma de amar a vida e garantir a paz.
Queremos ordem e progresso.
Esse choro um dia há de molhar o deserto anunciando um novo projeto de vida.
Projeto de vida e de paz.
Paz, paz, vida, vida.
Paz, paz, vida, vida.
Paz, paz, vida, vida.
Paz, paz, vida, vida.
Paz, paz, vida, vida.
Paz, paz, vida, vida.
Paz, paz, paz...
sábado, 17 de dezembro de 2016
quarta-feira, 7 de setembro de 2016
O QUE SERÁ DE NÓS?
EU ME TORNEI UM MONSTRO
MEUS PRÓPRIOS DESEJOS E VONTADES ME CORROMPERAM
HOJE EU JÁ NÃO AGUENTO VIVER SEM FUMAR
SEM BEBER
O TRISTE É QUE EU JA TENTEI
EU ME FAÇO DE FORTE, FINJO PRA TODOS QUE
ESTÁ SOB CONTROLE, QUE EU SEI O QUE ESTOU FAZENDO MAS...
EU JÁ NÃO SEI O QUANTO VOU BEBER..
O QUANTO QUERO FUMAR..
EU TENHO MEDO DE UM FUTURO MISERÁVEL.
PLANEJEI FAZER TUDO CERTO,
UMA PROFISSÃO, UMA CASA, UMA FAMÍLIA...
TUDO NO SEU TEMPO, CRESCER,
UMA COISA DE CADA VEZ...
TÁ COMPLICADO.
TÁ TUDO AO CONTRÁRIO, OS DESEJOS
OS PLANOS, AS VONTADES.
UMA POR UMA, UM POR UM,
TUDO AO CONTRÁRIO.
EU TENHO MEDO.
EU ME TORNEI UM MONSTRO.
EU PLANEJEI.
EU ERREI.
EU NEM SEI MAIS O QUE FAZER.
domingo, 14 de agosto de 2016
quarta-feira, 3 de agosto de 2016
Passei tempo de mais selecionando palavras pra não correr o risco de ser mal interpretado. Deixei essa bobagem de lado. Exponho minhas idéias sem receio, até porque, independente do quanto eu tente ser sempre o mais claro possível, hora ou outra serei julgado por uma interpretação errônea, de alguém que não fez o mínimo de esforço para tentar me compreender.
Com o tempo, aprendi que quem não tem interesse, se contenta com o superficial.
Com o tempo, aprendi que quem não tem interesse, se contenta com o superficial.
sexta-feira, 29 de julho de 2016
O mundo não é mais o meu
Eu me perdi por querer viver, as vezes acho que eu não sou daqui, não tente me entender. Eu não sorri, e não me deixei chorar, mas não pense que eu não sofri por viver sem tentar. Quando penso em tudo que eu perdi por não dizer o que eu queria... Não pense que eu fui tão bom assim pra você, ninguém enxerga através de mim.
Tente entender que ainda vivo tão sozinho, e te ver assim me faz esquecer tudo o que eu não quero mais... Então eu vou sozinho a caminhar, sem destino, mas vou. Preciso me achar pra viver sem me perder.
quinta-feira, 28 de julho de 2016
quarta-feira, 27 de julho de 2016
Tenho que me levantar de novo
Eu já nem faço mais questão de fazer peso na terra. Eu sigo procrastinando tudo, ignorando tudo, desacreditando de tudo. Hábitos, rotinas, deixei tudo de lado. Pequenos gestos que antes eu odiava, passei a apreciar, apenas pra sentir o tempo passar: lavar uma louça, cozinhar, trabalhar...
Hoje eu entendo o significado daqueles velhos alertas paternos "foque nos estudos, esquece as paquerinhas!"... E quem diria que, a vontade de amar, de conhecer - ou achar que conhece - de tudo, se tornaria o meu próprio martírio. As grandes vontades e curiosidades, de descobrir o proibido, o rejeitado, se tornariam grandes arrependimentos.
Eu gostaria de voltar a ser criança, não pela "não obrigatoriedade" de realizar tarefas - como de praxe - mas, apenas para ter a minha antiga inocência. Talvez quase tudo no mundo seja reconstituível, mas a inocência... Ah... A inocência não.
Eu já nem faço mais questão de fazer peso na terra.
Zero Um
Eu não vou correr pelo tempo perdido.
Não se trata de orgulho.
Tu diz que se arrepende, diz que vai mudar...
E continua cometendo os mesmos erros.
Eu sigo sozinho.
Nem triste, nem feliz.
Eu sigo sozinho.
Eu não vou correr pelo tempo perdido.
Pra quem já se despediu uma, duas ou três vezes,
a Quarta se trata só de número.
Na verdade, eu me trato só de número.
Um numero ZERO.
A esquerda. Ou não.
Quem dirá o que isso significa?!?
terça-feira, 12 de julho de 2016
Adeus blues
E mais uma vez, tu se afastou. Ou melhor, me afastou. Já não vale a pena conversar, tentar te entender, tu não cansa de dizer que mudou, mas nunca deixa eu me aproximar pra perceber. Ontem, finalmente achei que romperíamos a barreira do "virtual"... Daí tu me dá outro golpe.
Quer saber, tu sempre falou que foi o contrário, mas dessa vez sou eu que estou cansado de te procurar, de buscar por uma parte tua que demonstre o tal interesse recíproco. Tu sempre falou sobre eu nunca ir atrás, mas você própria me impede disso. Fique ciente. Eu to cansado de te procurar.
Hoje foi o fim. Tu decidiu mais uma vez me afastar, pois bem, assim será.
Você não cansa de dizer que mudou, e eu acredito. Quem muito quer, consegue. Hoje percebo que uma parte tua sempre desejou as mais vazias companhias. Sinto muito, nessa eu não posso te acompanhar. Ouso dizer que amadureci.
segunda-feira, 11 de julho de 2016
FICHA
Eu fugi das responsabilidades, não levei a sério.
Você sempre pareceu ser o mais responsável.
Eu o inconsequente.
Que bom que o tempo muda a gente.
Hoje eu cobro honestidade, transparência, sinceridade.
E você, parece apenas fugir. Não levando a sério.
Responsabilidade já não lhe é uma grande virtude.
Inconsequência.
Que pena que o tempo muda a gente.
Eu não espero mais nada.
Não vou cobrar mais nada.
Não vou falar mais nada.
Eu esperava que fosse recíproco. Responsabilidade.
Agir de acordo com a própria idade parece ser difícil.
Os papéis se inverteram, as idades não.
Certas coisas não se pedem, não se cobram.
Devemos esperar que "caia a ficha".
As coisas mudam.
Nem sempre pra melhor.
Vazio
Eu olho pra trás e juro que tento resgatar algo de bom, algo que me deixe feliz. Eu juro. Eu olho pra trás, mas fica difícil ponderar o certo do errado, fica difícil peneirar o que foi, sem comparar com o que se tornou. É difícil.
Eu olho pra frente e me vejo na mesma estrada de sempre, a minha velha amiga, já ruindo, solitária. A velha estrada de sempre. Por tanto tempo aprendi a conviver com o vazio, por tanto tempo me treinei a lidar com a dor, com a ausência. Com o distante.
Eu tento enxergar algo, ao mesmo tempo que gostaria não ver.
A pior dor é aquela que se sente sem sequer ter vivenciado.
Eu olho pra frente e me vejo na mesma estrada de sempre, a minha velha amiga, já ruindo, solitária. A velha estrada de sempre. Por tanto tempo aprendi a conviver com o vazio, por tanto tempo me treinei a lidar com a dor, com a ausência. Com o distante.
Eu tento enxergar algo, ao mesmo tempo que gostaria não ver.
A pior dor é aquela que se sente sem sequer ter vivenciado.
domingo, 10 de julho de 2016
Não sei o que mudou, o que sumiu ou surgiu.
Eu não sei mais quem és tu.
Eu não tenho mais noção de como agir,
De como sentir ou fingir.
Eu não sei mais quem és tu.
Eu sei que eu mudei,
Eu sei que tenho mil defeitos,
Eu sei que não sou e que talvez,
Nunca serei o mesmo de antes.
Eu sei.
Eu sei que, por mais que eu peça perdão,
Nada será como antes.
Eu sei que, com o passar do tempo,
Todos mudam, inclusive você.
Eu sei.
Eu sei.
Eu sei.
Eu sei.
Eu queria não saber.
Eu queria não sentir.
Eu queria não viver.
Eu queria...
Eu...
Talvez o problema seja esse.
10/07/2016
sábado, 9 de julho de 2016
terça-feira, 5 de julho de 2016
fantasiar

Sobre o quanto precisei fantasiar, ser outra pessoa, que soubesse exatamente o que dizer, fazer... em todas as horas.
Mas eu não sei.
E quando isso passar, talvez eu possa admitir ter sido exagero, desespero ou seu jeito de se expressar, bem demais, ou mal demais, sei lá...
Talvez precise te interpretar melhor.
Talvez precise de um despertador, ou de um café mais forte.
Talvez precise encontrar alguma coisa em ti que não me agrade...
Vai ver eu preciso é de você.
domingo, 20 de março de 2016
???????????????????????
A cada dia que se passa, eu sinto que a minha vida vem se tornando uma imensa bola de MERDA (não, não é neve, é merda mesmo). Como se todos os defeitos, como se cada coisa ruim que eu assimilo na minha mente, fosse ficando cada vez maior, ao ponto de não sobrar mais espaço pras coisas boas. Eu só penso em o que fazer da minha vida!? Qual o sentido pra isso tudo? Deus realmente existe? Ou melhor, eu acredito que ele existe, mas por que ele coloca a gente nessa terra? Sem um propósito, sem um objetivo. Deixa a gente ao léu. Perdidos num mundo imenso. Sozinhos. Por que? Na vida, há um propósito? Há um sentido?
sexta-feira, 18 de março de 2016
Cheio de sí
E ai, chega que me confundo todo.
Amar gera propriedade
Daí, já não é mais aquele amor...
sexta-feira, 11 de março de 2016
Ai ai...
Ai, ai
Vai ver é só você
Ai, ai
Vai ver é só você querer
Distante, imaginar
Caberia a quem dizer:
"Amor, eu vivo tão sozinho de saudade"
segunda-feira, 7 de março de 2016
sábado, 5 de março de 2016
ignore a semelhança
Não posso ser quem eu sou!
Minha vida se confunde meio a cenas vazias
De ódio e de amor
Onde se convence o povo a comprar o que não precisa
Meu Deus, onde é que eu estou?
Se você passar lá em casa por favor, meu bem, avisa
Quero esconder o meu mundo
Posso sofrer, posso chorar e até cair
Mas essa noite amor, eu vou morrer de rir
Posso sofrer
Posso chorar e até cair
Mas certos dias eu me encontro assim
Pois sem amor, vejo que estou
Num mundo de ilusões
Esconda as emoções atrás de um computador
Trancado no banheiro, já com os olhos vermelhos
Tento esconder minha dor
Meu bem, o que eu queria era estar na Bahia
Com você não existe um final
Sem luz, sem energia, sem carro, sem correria
Colhendo frutas no meu quintal
Posso sofrer, posso chorar e até cair
Mas essa noite amor, eu vou morrer de rir
Quero viver, fazer um som me distrair
Mas certos dias eu me encontro assim
Pois sem amor vejo que estou... assim
Procurando encontrar uma direção nesse mundo de ilusão.
Só espero que não caminhe rente à multidão
Surda e muda é sem visão, fingem não prestar atenção
Quanto estão amordaçados pela manipulação
E por mais que eu tente é sempre
Diferente o que a alma sente o que a mente entende
Pouco a gente entende, pouca gente entende
O que é relevante... ultimamente tão distante
Mais descrente do que antes fez-se o povo ignorante
Nesse instante pessoas brilhantes crescem nas favelas
Em um instante ideias brilhantes morrem atrás de telas
Nas novelas em um anúncio de Tv
Monitores que amenizam dores, falsos amenizadores
Procuro me dar mais um tempo, pensar no futuro
Esfriar minha cabeça, respirar fundo, quem sabe
Além do mundo, eu mesmo me iludo, finjo que esqueço de tudo
No momento eu só penso em fazer um som pra viver
Fecho os olhos pra não ver, permito não perceber
A frieza urbana, fraqueza humana, modo que voa a semana
Tempo que engana cidade, que esgana sistema
Que explana sua forma tirana enquanto
Se eu me desligasse até podia enxergar nós na Bahia, eu e você
Sendo abençoados por um novo dia
Parece até ironia hoje ser só nostalgia
Que preenche um espaço no meu peito em lacunas vazias
Dias de agonia, distância judia
A mente cria na melancolia mil filosofias, me alivia
Mesmo que por pouco tempo a dor beneficia
Hoje o sofrimento virou poesia
sábado, 27 de fevereiro de 2016
O bar e a TV
Milhares de pessoas passam por ela,
e ela ali, sintonizada em qualquer
canal que agrade o moço do balcão.
A televisão do bar...
Colocada ali pra descontrair,
pra distrair, qualquer um
que não encontre no copo da mesa
a companhia que lhe falta.
A televisão do bar...
Diz tanta coisa,
despeja seu conteúdo,
no mudo. Em vão.
A televisão do bar...
Presencia todo santo dia,
milhares de almas aflitas,
desculpas, momentos, brigas.
A televisão do bar...
Quieta, nunca é questionada,
sempre ligada, despejando
um conteúdo qualquer
em busca de um ouvinte sequer.
A televisão do bar...
Vou esticar minhas antenas,
será que ela me compreende?
Ah... Tão parecida comigo.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
foi espontâneo
nem sei como te dizer mais
que te amo.
Todos os meios de comunicação
toda a nossa ligação,
tudo, tudo foi cortado.
Faz tempo que eu não falo contigo,
mas saiba que comigo,
ainda guardo um sentimento,
ainda durmo pensando
nos momentos que passei contigo.
Desculpa demorar,
pra perceber
o quanto
eu
amo
você.
Meus poemas todos
já parecem clichê,
infelizmente
a única coisa
que
eu
sei
dizer:
eu amo você.
ei! não me bloqueie no twitter
oh bruna,
não faça isso comigo..
eu te quero tão bem meu amor,
eu te quero comigo.
sei que parece estranho,
sempre fui indiferente,
mas saiba que hoje eu sou diferente.
Nem sei como lhe dizer,
fico até sem jeito em saber,
saber que você já tem outro,
mas eu sei que amor como o meu
igual não há outro.
oh bruna,
perdão por demorar,
eu sei que lhe trago dor,
depois de tanto tempo sem
te falar
que
eu
te
amo.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
sozinho pt. 2
Há alguns anos, abri mão do meu maior amor, pela distância. Isto é, não só pela distância em si, mas sim pelos variados fatores que surgem com ela, tais como: Ciúme, Desconfianças, Brigas.
Arrisco a dizer que conhecia minha ex melhor do que ela mesma. Passamos aproximadamente cinco anos juntos, é uma bagagem inegável, mesmo de longe eu poderia apontar todos os seus jeitos e trejeitos.
Depois de anos juntos, foi necessário uma mudança, ela teve que partir. E eu deixei. Ela foi pra longe e eu optei por não "investir" no namoro à distância. Eu, particularmente, nunca confiei nessas coisas - alguns dos fatores eu citei anteriormente.
Confesso que não foi fácil, foi doloroso, a saudade e a solidão foram meus companheiros por muito tempo, quem sabe até hoje. Terminamos. Já não nos falamos.
O engraçado é que, esses dias, eu tive curiosidade e fui atrás pra ver como ela estava. Acompanhada. Me arrependi. Me odiei, fiquei com raiva, triste novamente, me senti pra baixo. Diria até que uma pitada de ciúme eu senti, ciúme de algo que há tempos não é mais meu.
Milhões de pensamentos se passaram pela minha cabeça, "como ela pode me esquecer tão rápido?", "nossa, não imaginei que seria tão fácil pra ela" esses são os mais "light's".
Aí caiu a ficha!
Me veio uma luz.
Me toquei.
Lembrei.
Recordei do motivo pelo qual abri mão do meu maior amor: Vê-la feliz.
Lembrei que à distância jamais seríamos felizes "juntos".
Me toquei que o ciúme atrapalharia ambas nossas vidas, até mesmo nas coisas mais simples, como ir a uma festa, por exemplo. Seria motivo pra dúvidas, desconfianças e brigas.
Me veio uma luz, de que eu preferia te ver feliz, independente da companhia ou de quem seja o motivo do teu riso, eu só queria te ver feliz. Mesmo que para isso fosse necessário fazer o que eu fiz: Desistir.
Caiu a ficha, de que eu consegui. Você está feliz. Mesmo que não seja comigo.
Agora eu sei que você tem todos os motivos pra sorrir, motivos esses, que um dia eu lhe roubei. Pois se faz alguma diferença, saiba que eu já não guardo rancor. Desculpa demorar a perceber, mas hoje percebo que o meu desejo, a minha escolha, meu sacrifício valeu a pena.
Esteja feliz. Seja feliz!
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
Carta aberta
Eu quis isso por tanto
tempo, bem....
ao menos dizia que queria...
E agora que te perdi,
nem sei mais o que sentir,
ou como reagir.
Não sei se sinto raiva,
angústia, rancor,
ou medo.
Raiva de não entender,
como ou por que,
a gente tava tão normal
e de repente, tchau.
Angústia de te deixar ir,
mesmo sabendo
que é melhor tu partir.
Rancor, por não saber
como reagir,
ou se fui eu quem errou aqui.
Medo.
Medo.
Medo.
Eu fiquei perdido,
procurando o pra sempre
que tu tinha prometido.
Só fico com raiva
de não entender.
Como? Por que?
Pareceu tão fácil.
Tão frio.
Tão covarde.
Espero que tu seja feliz.
Assinar:
Postagens (Atom)




